7 de julho de 2015

Cinco adolescentes estupram menina de 12 anos e filmam o crime

Menina de 12 anos foi estuprada por cinco adolescentes em Nilópolis, na Baixada Fluminense

O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis.

Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada.
— Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo.

Desde o crime, a vítima foi transferida do turno da tarde para a manhã. Mas, apesar dos cuidados da escola, o recomeço tem sido difícil.

— Minha filha fez todos os exames médicos e está tomando os remédios necessários em casos como esse — diz a mãe, preocupada com a reação da menina na volta para o segundo semestre: — A diretora deu sete dias para ela ficar afastada. Convívio com os coleguinhas, agora, só depois das férias de julho.

Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha
Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha Foto: Márcio Alves / Extra

A investigação do caso segue sob sigilo na 57ª DP (Nilópolis), onde o caso foi registrado. A Polícia Civil, porém, já identificou todos os envolvidos no estupro e deve encaminhar o inquérito para o Ministério Público em até dez dias.
Um vídeo, que foi feito durante o crime, está sendo analisado pela polícia. Os parentes da vítima não chegaram a ver as imagens, mas ficaram sabendo do conteúdo do material. A irmã da vítima diz que o vídeo circulou pelos celulares de alguns alunos da escola, aumentando o constrangimento.
— Muitas pessoas lá no colégio ficaram revoltadas com isso — ressalta.
“Ela não pode confiar em ninguém”, diz mãe
A mãe da menina cobra agora a solução do caso. Mesmo sabendo que a maior parte dos envolvidos no estupro é menor de idade (apenas um tem 18 anos), ela quer que os envolvidos sejam punidos pelo crime que cometeram.
— A polícia está fazendo a a parte dela. Sei que os envolvidos já estão identificados, mas quero justiça. Muita justiça. Minha filha agora vai andar na rua com medo. Ela não sabe quem é do bem e quem é do mal. Não pode mais confiar em ninguém — lamenta a mãe.
Segundo a família da vítima, o trauma sofrido pela menina fica ainda mais evidente enquanto dorme, já que ela sempre acorda assustada à noite.

Serra de São Bento receberá programa Justiça na Praça em 24 de julho

Foto: Ionaldo Balbino / Regional Online
Foi em um clima descontraído e informal que se deu no gabinete da desembargadora Maria Zeneide Bezerra, a reunião para os ajustes finais da 41ª edição do programa Justiça na Praça, realizado pelo Núcleo de Ações e Programas Socioambientais (NAPS) do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Desta vez, o município de Serra de São Bento, a 120 km da capital e com cerca de 6 mil habitantes, sediará o evento, agendado para o dia 24 deste mês.
“Queremos ampliar a transparência do Judiciário para uma população que não tem orientações básicas de como proceder para alcançar os serviços da Justiça”, comenta a desembargadora Zeneide, que coordenou a reunião, junto à magistrada Fátima Soares, servidores do TJRN e que contou com a participação da secretária de Ação Social de Serra de São Bento, Maria das Graças Rodrigues.
“Temos uma população pequena e carente no sentido de conhecer o Judiciário além do fator punitivo, mas de conhecer todos os serviços e orientações que podem ser prestados e obtidos por meio da justiça. O programa é uma oportunidade para isso”, comentou a secretária.
Segundo a desembargadora, a edição na Serra de São Bento é mais uma forma de chegar onde nenhuma ação semelhante já chegou até o momento, em uma oportunidade de mudar a visão sobre o Judiciário, de um Poder distante, de difícil acesso, para algo bem próximo do usuário. “Esse tempo, essa visão antiga sobre a justiça, já não tem mais razão de existir”, conclui.
O programa Justiça na Praça é desenvolvido desde 2007 pelo Judiciário potiguar e conta com o apoio de diversos parceiros, como OAB, Ministério Público, Polícia Militar, bem como ITEP e Corpo de Bombeiros, dentre outros apoiadores.

Empresário morre em trilha ao colidir quadriciclo em poste no RN

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Do jornal de Hoje - Um acidente ocorrido no final da tarde deste sábado, em São Miguel do Gostoso, distante cerca de 100 quilômetros de Natal, tirou a vida do empresário potiguar Elias Lustosa de Souza Filho, 56 anos. Segundo informações repassadas à polícia, a vítima estava fazendo trilha em um quadriciclo, quando perdeu o controle e colidiu de frente com um poste. A morte foi instantânea. A Polícia Militar foi acionada.
Em uma página no Facebook, um usuário comentou que álcool não combina com trilha. No entanto, a informação de que ele estaria dirigindo alcoolizado não foi confirmada. O empresário trabalhava como proprietário de uma fábrica de gelo em Natal. Segundo o radialista Riva Júnior, Elias era muito conhecido no ramo de vaquejadas, onde gostava de participar das corridas.
O local onde o corpo será velado e sepultado ainda não foi informado.

Suspeito de assaltar evangélicos é preso e diz que rouba porque não tem oportunidades



O jovem Rainer José dos Santos Maciel, de 23 anos, foi preso na noite desta segunda-feira (6), após assaltar um grupo de evangélicos. Ele foi perseguido e preso na avenida Jerônimo Câmara, no bairro Nazaré.
O suspeito estava armado com uma faca e abordou o grupo, obrigando que todos entregassem os pertences, como celulares. No entanto, de acordo com o cabo Reginaldo Luís, do 9º Batalhão da PM, um motociclista que passava pelo local presenciou o crime e, rapidamente, acionou a polícia.
Uma viatura estava nas proximidades e conseguiu localizar o suspeito quando ele ainda praticava o roubo. Houve uma perseguição, mas Rainer José acabou preso. O jovem disse que já foi preso anteriormente por furto e que também é viciado em drogas.
Ele chegou a declarar que não consegue emprego justamente por já ter uma ficha criminal e, por isso, pratica novos delitos.

6 de julho de 2015

Amigo de Ronaldo critica repercussão de vídeo em que beija o Fenômeno

ronaldo
Um dia depois de circular nas redes sociais um vídeo em que o ex-atacante Ronaldo é filmado fazendo brincadeiras e recebendo beijos na bochecha do filho do empresário Álvaro Garnero, Alvinho resolveu se manifestar pelo Instagram, criticando a repercussão que o vídeo causou.
“’Aos Beijos e Abraços’ parece até tema de novela!! Hahahaha… Quem diria? A verdade é que Ronaldo é um tio pra mim, praticamente me viu nascer e me pegou no colo. O Fenômeno é um dos melhores amigos do meu pai e do meu tio, Mário Bernardo, e parte da família. Enfim, pra quem não sabe, é bom saber!! Bjss — #merespeita”, escreveu Alvinho.
Álvaro Garnero também se manifestou nas redes sociais. “Muita maldade!! Inacreditável!!! Palavras do meu filho! Filhão tamo junto! Conte comigo sempre! Te amo!!!”.
No vídeo, Ronaldo brinca dizendo que Alvinho era seu namorado.
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As mulheres de Ronaldo Fenômeno26 fotos

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Michele Umezu se envolveu com Ronaldo quando ele namorava Daniela Cicarelli, em 2004. Ela engravidou de Alex, há poucos anos reconhecido como filho pelo ex-jogador após um exame de DNA. AgNews

'Pensei em me matar', diz jovem que teve vídeo íntimo divulgado na internet

Nos últimos dois anos, número de vítimas desse crime dobrou no Brasil. Vinte e cinco por cento das vítimas são meninas de 12 a 17 anos.


O compartilhamento de fotos e vídeos íntimos pelo celular, sem autorização, é uma prática que vem ganhando força em aplicativos e redes sociais. Nos últimos dois anos, o número de vítimas desse tipo de crime dobrou no Brasil. As mulheres são o alvo principal e são muitas as marcas e os traumas deixados. Elas trocam o número de telefone e mudam até de cidade. Algumas vezes, tudo começa por insistência do homem.
“Ele falava assim: ‘ah, você não tem coragem de fazer. Eu queria muito ver. Você fala que é isso, isso e isso, mas não faz o vídeo’. Aí eu fiquei com aquilo na cabeça, porque eu não gosto de ser subestimada, e acabei caindo na pilha e resolvi fazer um vídeo”, conta uma vítima.
Estudante de 21 anos mudou de cidade depois de ser exposta (Foto: GloboNews)Estudante mudou de cidade depois de ser exposta
A estudante de 21 anos criou coragem para gravar essa entrevista, mas como quer seguir carreira na magistratura, ser juíza, pediu para não ter o nome identificado.
Em janeiro, ela viveu uma situação traumática: um vídeo íntimo que ela gravou para um conhecido, se masturbando, vazou em grupos do WhatsApp no país inteiro.
“A gente tinha um contato muito íntimo, porque a gente estava meio que se relacionando. Então, a gente trocava esse tipo de conversa íntima e ele, sempre ao final da conversa, me pedia um vídeo. Aí peguei e fiz. Eu tinha curiosidade de saber como era usar um vibrador e ele por ter curiosidade de saber como seria minha performance no vídeo”, lembra.
Até que um dia, em uma festa, um amigo desse garoto disse para ela que tinha recebido o vídeo.
Vítima teve que mudar de cidade
“Duas semanas depois eu já tinha descoberto que o vídeo já não estava mais só na mão da pessoa que eu tinha enviado. Então, já veio aquela preocupação, aquele surto. ‘Pronto, agora minha casa caiu’, porque era uma pessoa que eu não conhecia, que eu não tinha enviado o vídeo e veio assim: ‘É seu, né?’ me acusando. Quando eu percebi, já estava numa proporção muito grande. Dei mole, porque eu fui inocente de achar que isso não cairia na rede. Mas mais inocente por ter confiado numa pessoa que não era nada meu, com quem eu não deveria ter consideração”, conta.
A entrevistada foi vítima de uma prática machista, silenciosa, que vem ganhando força principalmente pelo whatsapp. Nos grupos do aplicativo, amigos ou conhecidos, que sejam, mandam vídeos íntimos de terceiros como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Na maioria dos casos é a mulher que sai estigmatizada e a forma como esses vídeos têm sido divulgados ajuda.
Primeiro, alguém descobre o nome da mulher e aí tira um print do perfil dela em alguma rede social, geralmente do Facebook ou do Instagram. Depois, uma foto do álbum e, aí sim, o vídeo geralmente da mulher transando - não importa se com o namorado, marido ou numa relação de uma noite - ou se masturbando, como foi o caso da entrevistada.
O vídeo dela foi parar em grupos de amigos do trabalho, o chefe viu. O irmão, de 17 anos, também recebeu o vídeo num grupo dos amigos da escola. A menina mudou de cidade, mas onde ela mora agora e em outras cidades da região já descobriram o vídeo.
“Cheguei na festa e o rapaz estava me olhando muito. Olhava para o celular e olhava pra mim, olhava para o celular e olhava pra mim. Fiquei curiosa, porque eu não o conhecia e achei estranha a atitude dele. Aí perguntei a ele: ‘o que foi?’. E ele: ‘não, estou olhando seu vídeo aqui’. Eu me senti muito humilhada, porque tinha muita gente perto, eu estava em um momento de descontração. Ele quebrou o clima da festa. Peguei e fui embora, porque acabou ali pra mim, porque infelizmente eu não estava podendo sair de casa”, diz a vítima.
Juliana é psicóloga e trabalha na SaferNet, uma ONG, com sede em Salvador, que recebe esse tipo de denúncia e tem os números mais atuais e completos sobre o assunto.
Nos últimos oito anos, o número de meninas e mulheres que denunciaram casos de sexting, termo em inglês usado para esse tipo de prática, cresceu 120%.
Perfil das vítimas:
- 81% das vítimas são mulheres
- 28% têm entre 18 e 25 anos
- 25% são menores de idade: meninas de 12 a 17 anos
Mas o número total de vítimas é muito maior, já que nem todas denunciam.
“Isso tem a ver com o fato de que muitas vítimas têm medo ou vergonha de contar o que aconteceu com elas. Em aplicativos de mensagens instantâneas, a gente sabe que tem listas e grupos especializados em compartilhar esse tipo de conteúdo. Você tem grupos que compartilham e milhares de outras pessoas também compartilham em seus grupos e aí esse conteúdo se dissemina muito mais rapidamente, velozmente, e muitas vezes chega entre pessoas que são conhecidas da pessoa que está no vídeo e aí isso de fato afeta a vida dela no trabalho, na escola”, diz Juliana Cunha, psicóloga e coordenadora do SaferNet.
Grupo no WhatsApp é criado para troca de vídeos de sexo
A GloboNews conversou com um homem de 28 anos que faz parte de um grupo no WhatsApp que foi criado só pra troca de vídeos de sexo - não que nos outros grupos não haja esse compartilhamento. Muitos dos vídeos são profissionais, da indústria pornô, e outros tantos íntimos, caseiros, que vazaram sem o consentimento de quem aparece ali. Geralmente, são esses vídeos que fazem mais sucesso.
“Ela sabe que é algo amador, então poderia estar acontecendo ali pra ela mesma. Seria uma forma de tornar mais próximo aquele vídeo, aquela situação”, diz o homem, que admite que abre esses vídeos, compartilha, manda para outros grupos. Ele confessa que nunca pensou se pode ser responsabilizado por isso.
Quem vaza o vídeo pode responder criminalmente por injúria e difamação. Quem compartilha, que só envia para os outros, mesmo sem comentar nada, pode ser responsabilizado na esfera civil por ter colaborado para o dano moral daquela vítima.
“Toda novidade que chega, você quer difundir. Então, de alguma forma você se sente inserido ali naqueles grupos e acaba transmitindo aquele vídeo, aquela foto”, diz o homem que participa do grupo no WhatsApp.
As consequências que o vazamento de um vídeo íntimo gera na vida da vítima são graves.
“Como eu trabalhava, eu passava em cima de uma ponte, não tinha um dia sequer que eu não pensasse em me jogar. Parecia que o rio me chamava. Não teve um dia seques nos meses de abril e maio eu não pensava em me matar, porque aquilo pra mim era o fim do mundo”, diz a vítima.
Ex-namorado usou vídeo para tentar impedir fim do namoro
A GloboNews conversou com uma outra vítima que foi chantageada pelo ex-namorado. Depois de um relacionamento de dois anos, ela tentou terminar e descobriu que o namorado tinha gravado um vídeo em que os dois faziam sexo sem que ela soubesse. Ele ameaçou divulgar o vídeo caso ela terminasse. A jovem terminou o namoro e o vídeo foi parar nas redes sociais. A jovem entrou na Justiça contra o ex-namorado.
“A gente estava começando a relação, estava nas preliminares, e ele pegou o celular e falou: ‘ah, vou responder a mensagem que um amigo me mandou’. Começou a gravar daí”, contou a vítima.
Com o apoio da família e dos amigos do trabalho, ela conseguiu permanecer na cidade onde já morava.
Jovem foi vítima da vingança do namorado (Foto: GloboNews)Jovem foi vítima da vingança do namorado
"Por dentro eu estava assim, acabada. 'E agora, o que que vai ser da minha vida?' A gente pensa mil coisas. Pensei em me matar por causa disso, não sei o que que vai ser de mim, pensei em mudar de cidade. Aí chegou no ouvido da minha mãe. Aí ela: ‘minha filha, a gente não pode se desesperar agora, tem que manter a calma’. Ela foi meu porto seguro pra tudo”, diz a jovem. “Meu vídeo também saiu num site pornô. Eu logo descobri, consegui tirar. Foi um anônimo que botou esse vídeo. A gente ainda está tentando saber quem foi para entrar com processo”, conta.
A vítima diz ainda que o assédio dos homens aumentou depois que o vídeo saiu.
“O homem vê: ‘ah, aquela ali saiu na rede é piranha. Mais uma, porque foi isso que aconteceu. Postaram no facebook: ‘mais uma novinha que saiu na rede’. Aí quando eu vi eu falei: ‘sou eu’. Comigo aconteceu: ‘ah, vou ficar com ela, só para conseguir ela e ver se é aquilo mesmo’. Homem vai chegar perto de você para te usar mesmo depois que sai o vídeo, mas você não tem que se envolver com qualquer tipo de pessoa, porque é um pouco difícil a gente achar a pessoa que vai se relacionar com a gente sem ter interesse”, diz.
A GloboNews entrou em contato com o escritório do WhatsApp por e-mail, mas ainda não teve resposta. O site do aplicativo estabelece uma série de termos de serviço.
O WhatsApp determina, por escrito, que proíbe o envio de conteúdo que viole esses termos, como material ilegal, obsceno, ameaçador, assediante, odioso, de ofensa racial ou étnica.
O Facebook disse que estabelece uma lista de "padrões da comunidade" que devem ser seguidos por quem usa a rede social. Esses padrões proíbem os usuários de postarem conteúdo ou tomarem ações que violem os direitos de outras pessoas.
O Facebook informou também que as pessoas podem reportar conteúdos que elas considerem que estejam fora dos padrões estabelecidos, incluindo postagens de imagens de nudez.

MAIS UM: Odebrecht pagou R$ 659 mil para LULA ir de jatinho para Cuba

Aeroporto de Havana: tudo pago
Impressiona a quantidade de voos de Lula pagos pela Odebrecht. Além do que já saiu na imprensa aqui e ali e também no sábado no Radar (leia mais aqui ), descobre-se agora mais um: em 22 de fevereiro do ano passado, Lula. a bordo de um Legacy 650, saiu de São Paulo e foi para Havana, com escala em Manaus.
Levou com ele  Luiz Dulci, Blairo Maggi, seu fotógrafo, Ricardo Stuckert, Fernando Moraes, o ex-ministro Silas Rondeau, seu assessor de imprensa, José Crispiniano, Eriberto Francisco Fleitas Rayon e Pedro Sergio Almeida Prado.
A Odebrecht pagou 274 000 dólares pela viagem de ida e volta (o equivalente à época a 659 000 reais). Ou melhor, a Osel Odebrecht, com sede fiscal nas Ilhas Caymann.
Para todos, foi pedido, como de costume, “vinho francês tinto de boa qualidade”. Tim, tim.
LAURO JARDIM

4 de julho de 2015

Jovem da Paraíba com mais de 400 kg tenta cirurgia bariátrica em PE

Um jovem paraibano que pesa 400kg está tentando passar por uma cirurgia bariátrica. Carlos Antônio dos Santos Freitas, de 28 anos, mora em Patos, no sertão da Paraíba, e deve viajar nesta segunda-feira (6) para Recife, em Pernambuco, onde deve iniciar o acompanhamento médico para perder peso e, só então, poder passar pela cirurgia. Por causa do peso, Carlinhos, como é conhecido, não consegue se deitar ou andar e vive há mais de dois anos sentado no chão da sala da casa.
De acordo com a mãe de Carlinhos, Cacilda Patrocínio dos Santos, desde criança que ele já apresentava aumento no peso, mas a situação se tornou crítica a partir da adolescência. “Depois dos 15 anos que ele foi notando que foi ganhando peso muito rápido”, disse. Cacilda ainda explica que o caso de Carlos Antônio tem um agravante pois ele sofre de problemas mentais e tem uma séria compulsão por comida. “Ele pede comida de instante em instante. Se eu fosse dar, ele não estava mais nem aqui”, comenta.
Com a obesidade, o jovem começou a desenvolver uma série de problemas de saúde. De acordo com o médico Pedro Augusto Dias, que acompanha o caso há cinco anos, Carlinhos tem diabetes, pressão alta, problemas respiratórios, de pele e urinários. Sempre que o jovem tem uma piora no estado de saúde, é levado para o Hospital Regional de Patos, mas a unidade não está preparada para atender o paciente. Em uma das vezes, para que ele fosse atendido, uma porta teve que ser quebrada.
“Nós tínhamos uma enfermaria de quatro leitos que estava desocupada. Quebramos a porta porque não dava para ele entrar. Nós quebramos a parede e improvisamos umas camas, porque o nosso hospital não é referência para este tipo de paciente”, explicou Higia Trigueiro, diretora da unidade hospitalar.
O médico de Carlinhos explica que por causa dos problemas do jovem, fazer a cirurgia bariátrica pode ser complicado. “O tratamento definitivo da obesidade é muito complicado em função deste problema mental dele. Para fazer a cirurgia, é preciso se adaptar muito. Precisa perder peso antes de entrar na sala de cirurgia, tem que perder em média 10% do peso inicial para entrar na sala, isso para dar segurança à equipe médica para que, durante o procedimento, você não tenha nenhuma complicação”, disse Pedro Augusto.
Carlinhos já tentou passar pelo procedimento outras duas vezes, em João Pessoa, mas não conseguiu perder peso o suficiente para realizar a cirurgia porque reage com agressividade à dieta. Por causa do sofrimento da família, uma vizinha decidiu gravar um vídeo e divulgar nas redes sociais para buscar ajuda. O vídeo circulou pelo país e, por conta da ação, o jovem conseguiu um tratamento, que será feito no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, em Recife. Para conduzir o paraibano até a cidade de Recife, foi montada uma força-tarefa, envolvendo Secretaria de Saúde, Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Federal, que está adaptando um veículo que tenha condições de levá-lo, já que nenhuma ambulância ou viatura tem essa capacidade.
Com a chance, o próprio Carlos Antônio já faz planos de melhorar a vida. “Eu queria emagrecer porque eu só queria estar no meu quarto, sossegado, fazendo as minhas coisas e tudo tranquilo e normal. Também queria trabalhar, meu sonho é trabalhar. Enquanto isso, sigo em paz e com saúde e Deus no coração”, concluiu o jovem.

Acusado de roubo chora ao reconhecer juíza como sua amiga de infância

ACUSADO CHORA AO DESCOBRIR QUE JUÍZA ERA SUA AMIGA DE INFÂNCIA (Foto: REPRODUÇÃO/YOUTUBE)
O julgamento de um homem suspeito de roubar um carro nos Estados Unidos se tornou um reencontro emocionante depois que a juíza Mindy Glazerreconheceu o réu, Arthur Booth, 49, como sendo um velho amigo de infância.
"Senhor Booth, tenho uma pergunta. Você frequentou [a escola] Nautilus?", questionou a juíza enquanto tentava conter a emoção. "Oh meu Deus! Oh meu Deus!", disse o homem ao olhar para ela. O caso aconteceu na terça-feira (30).
Booth, detido na segunda-feira por roubo qualificado de um veículo e resistência à prisão, não conteve as lágrimas, abaixou-se sobre uma mesa à sua frente e levou as mãos à cabeça.
"Sinto muito vê-lo aí. Sempre me perguntei o que teria acontecido com o senhor", disse Glazer, enquanto Booth continuava a chorar. "Ele era o garoto mais legal da escola, foi o melhor menino do ensino fundamental", afirmou. "Eu costumava jogar futebol [americano] com ele, e olha o que aconteceu."
A juíza, triste com o destino de seu amigo, deu conselhos para que o homem aprendesse a lição e mudasse de vida. "Sr. Booth, espero que você seja capaz de mudar seu comportamento. Boa sorte", disse ela. "Triste é que na idade em que chegamos...", comentou. "Espero que você seja capaz de sair desta situação bem e tenha uma vidaboa."
Depois das palavras da juíza, o homem tentou falar, mas recebeu o chamado dos seguranças para deixar o local.
De acordo com um relatório sobre a prisão, Booth foi flagrado dirigindo um Honda Accord dourado que teria sido usado no assalto a uma residência. Quando um policial tentou parar o veículo, Booth acelerou, dando início a uma perseguição, informou o site "NBC News"
O acusado deve permanecer preso enquanto não pagar uma fiança de quase R$ 135 mil.

Mulher é presa suspeita de fingir ser veterinária e realizar consultas na PB

Duas pessoas foram presas na tarde desta sexta-feira (3), em João Pessoa, suspeitas de estelionato. Segundo a Polícia Civil, uma mulher, de 27 anos, e o namorado dela, de 26, utilizavam documentos falsificados para realizar consultas veterinárias e prescrição de medicamentos no município.
De acordo com o titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, Lucas Sá, a prisão aconteceu no bairro de Tambauzinho, após a mulher realizar uma consulta. A denúncia foi feita pela veterinária que estava tendo o número no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) usado indevidamente.
De acordo com o delegado, clientes relataram que animais morreram depois que a falta veterinária fez os atendimentos. Ela realizava as consultas em domicílio. "A gente foi procurado pela verdadeira veterinária que descobriu que o registro dela estava sendo utilizado de forma indevida, monitoramos as redes sociais e confirmamos que havia a suspeita da prática", disse Lucas.A investigação sobre a atuação da falsa veterinária e do namorado dela começou há quatro dias, depois que a Polícia Civil recebeu as denúncias. O namorado é suspeito de ser o responsável por falsificar os receituários prescritos durante as consultas.
O delegado explica que a polícia passou a investigar a suspeita e, ao descobrir que na tarde desta sexta haveria uma consulta, a polícia aguardou a mulher realizar o atendimento e realizou a prisão em flagrante. "Montamos uma campana próximo a casa da cliente, a suspeita compareceu a consulta, confirmamos a situação e realizamos a prisão", descreveu o delegado.
A mulher e o namorado foram levados para a Central de Polícia, para prestar depoimentos, e depois devem ser encaminhados para presídios de João Pessoa. Ainda segundo Lucas Sá, a suspeita disse que gostava de animais e que por isso decidiu cuidar dos bichos. A polícia pede que as pessoas que possam ter sido vítimas do golpe que compareçam até a delegacia para reconhece os suspeitos e reforçar as denúncias.

3 de julho de 2015

Sobrevivente de estupro no Ceará relata agressão e abuso

 A adolescente que sobreviveu ao ataque de estupradores em Capistrano, no interior do Ceará, relatou nesta sexta-feira (3) as agressões sofridas por ela e a amiga, Luciana Alves de Brito, de 17 anos, que morreu após o abuso sexual.
Luciana foi agredida a pauladas e jogada em um poço, onde foi encontrada morta, segundo a Polícia Militar.
"Fui abusada por três. Nós tentamos fugir, e ele tacou o pau e eu caí. Aí, começou a judiar de nós tacando cinto em mim e nela, aí tacou tijolo nela e empurrou ela dentro da coisa [um poço, onde Luciana foi achada morta]", relatou a jovem que sobreviveu ao ataque.Em entrevista à TV Verdes Mares, a jovem contou que não imaginava que ela e a amiga seriam agredidas quando aceitaram o convite dos suspeitos para sair. 
Prisões
Cinco suspeitos de envolvimento no crime foram reconhecidos e presos na madrugada desta sexta-feira (3). Segundo a polícia, são dois adultos e três adolescentes.
O crime ocorreu na última quarta-feira (1º). De acordo com a Polícia Militar, as adolescentes são de Baturité. O estupro ocorreu em um terreno na localidade de Pedreira, próximo ao centro de Capistrano.
Segundo o comandante do destacamento da Polícia Militar de Capistrano, Francisco Carmo, os suspeitos estavam bebendo em um trilho que passa dentro da cidade e convidaram as adolescentes para beber com eles.
"Eles começaram a beber, usar drogas, segundo ela, e de lá foram para um local ermo, de difícil acesso. Chegando lá quiseram fazer sexo com elas, e uma não quis. Depois eles entraram em conflito e resolveram matar a garota a pauladas”, disse Carmo.
Em depoimento à polícia, a adolescente que sobreviveu ao ataque disse que Luciana não conseguiu fugir.
Na quarta à noite, os policiais foram ao local onde teria ocorrido o crime e não encontraram vestígios da adolescente. Na manhã da quinta, moradores da região encontraram a vítima morta dentro de um poço e informaram à polícia.
A adolescente que fugiu dos estupradores já recebeu alta do hospital e foi levada de volta paraBaturité.