25 de abril de 2017

Jovem salva irmãos de afogamento, mas não consegue retirar pai da água

Um homem de 40 anos morreu afogado em Governador Valadares, na região do Rio Doce, após perder o controle do veículo e cair dentro de uma lagoa às margens da BR-116 quando buscava os filhos da escola. Um adolescente e três crianças que estavam no interior do veículo conseguiram se salvar.

Segundo o Corpo de Bombeiro, o filho mais velho, de 12 anos, conseguiu retirar as outras crianças, com idades de nove, sete e três anos, de dentro do veículo, mas o motorista, porém, não conseguiu ser retirado. De acordo com moradores que passavam no local no momento do acidente, o homem teria passado mal enquanto conduzia o veículo.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros resgatou o corpo da vítima, mas o corpo já se encontrava sem os sinais vitais. As crianças passam bem.

Segundo testemunhas, o pai saia de casa todos os dias por volta de 11h40 para buscar os filhos da escola, já que a van deixava as crianças até determinado ponto da estrada. O acidente teria acontecido a pouco metros da residência dos envolvidos.

Rússia mostra Satanás II: a bomba capaz de varrer um país inteiro do mapa

Imagens do RS-28 Sarmat, apelidada de Satanás 2 pela NATO, foram publicadas no site da Makeev, o centro de foguetes russos.
Parece que a Rússia está se preparando para uma guerra catastrófica
O míssil teria uma capacidade de atingir 10.000 km, permitindo-lhe chegar a cidades como Londres, Paris ou regiões como a costa oeste dos Estados Unidos.

O míssil tem doze ogivas nucleares e graças à tecnologia stealth, é capaz de enganar os radares mais poderosos.

A Rússia tem como plano dispor da Satanás 2, mais tardar em 2020 e já é descrito como o míssil mais poderoso já construído. Parece que a Rússia está se preparando para uma guerra catastrófica.

Preso é assassinado dentro da Cadeia Pública de Natal; visitas são suspensas

Cadeia Pública de Natal (Foto: Wendell Jefferson/G1)

preso foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (25) dentro da Cadeia Pública de Natal, na Zona Norte da cidade. Segundo a Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape), o detento foi assassinado a facadas e depois enforcado. O corpo ainda não foi identificado.
"Vamos suspender as visitas desta quarta-feira (26) no pavilhão A, onde ele foi morto", disse Wallber Virgolino, secretário de Justiça e da Cidadania (Sejuc).
As causas da morte serão ivestigadas pela Polícia Civil.

Outras mortes

No dia 18 de março, um preso foi encontrado morto dentro de uma das celas do Centro de Detenção Provisória da Zona Norte de Natal. Genilson Freitas Gomes da Silva, de 22 anos, foi achado dependurado pelo pescoço pouco tempo após ser colocado em convivência com outros detentos.
Antes, no dia 10, um outro detento também morreu em situação suspeita. Foi Caio Victor de França, de 25 anos, suspeito de ter assassinado um guarda municipal em Natal. Detido no Pavilhão 5 de Alcaçuz, o preso passou mal. Contudo, segundo informações do Instituto Técnico-Científico de Perícia, a causa da morte é 'asfixia a esclarecer'.
No dia 4, dois presos foram encontrados mortos na Cadeia Pública de Mossoró, cidade da região Oeste potiguar. Weldon da Silva Nascimento, mais conhecido como 'Macarrão', preso for furto, e David Sales da Silva, o 'Quixabeirinha', que respondia por assalto à mão armada, foram enforcados. Os corpos estavam no banheiro da quadra do pavilhão 1.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), foi descartada a possibilidade de ter ocorrido uma briga envolvendo facções criminosas. A suspeita é de uma disputa por venda de drogas nas ruas.

Além destes casos, o Rio Grande do Norte ainda contabiliza outras 27 mortes dentro do sistema prisional do estado somente este ano. Um foi morto após uma briga de facções dentro da Penitenciária Estadual do Seridó, na cidade de Caicó. Aconteceu no dia 18 de janeiro. A vítima foi identificada como Mateus Murilo da Silva.

Poucos dias antes, 26 corpos foram recolhidos de dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do estado. Destes, 15 foram decapitados. A matança, que ficou conhecida como o 'Massacre de Alcaçuz', é o episódio mais violento da história do sistema prisional potiguar. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.

Criminosos explodem banco e atiram pelas ruas de Jaçanã, RN

Com a explosão, agência bancária em Caraúbas ficou parcialmente destruída (Foto: Notícias da Serra )

Pelo menos 10 homens encapuzados causaram terror em Jaçanã, cidade do Agreste potiguar, na madrugada desta terça-feira (25). A quadrilha explodiu um terminal bancário da agência do Bradesco, que fica localizado dentro de um posto de combustíveis no centro da cidade. Na fuga, grampos foram espalhados pelas estradas e os criminosos atiraram para cima e contra prédios.
Agência fica em um posto de combustíveis no centro de Jaçanã (Foto: Notícias da Serra )Agência fica em um posto de combustíveis no centro de Jaçanã (Foto: Notícias da Serra )
Agência fica em um posto de combustíveis no centro de Jaçanã (Foto: Notícias da Serra )
Segundo a PM, o crime aconteceu por volta das 2h. O banco ficou destruído com a força da explosão. O dinheiro do terminal foi retirado, mas não se sabe a quantia levada.
As testemunhas informaram que a ação durou menos de 20 minutos até os suspeitos fugirem atirando em estabelecimentos e deixando grampos espalhados pelas ruas da cidade. A polícia fez buscas, mas ninguém foi preso.

24 de abril de 2017

FOTO: Aos gritos e com carros de som, manifestantes protestam em frente ao apartamento do deputado Rogério Marinho, em Natal



Manifestação contra a Terceirização por volta das 8h30 desta segunda-feira(24) em frente ao apartamento do deputado Rogério Marinho(PSDB), no bairro de Petrópolis, na Zona Leste da capital potiguar, com presença de servidores públicos e sindicalistas.
Aos gritos e com carros de som, manifestantes ainda realizam buzinaço em frente do imóvel do parlamentar, na rua Floriano Peixoto.
Rogério Marinho é o relator da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados e deve retirar uma serie de direitos adquiridos, o que vem revoltando toda classe trabalhadora.

Quadrilha fortemente armada assalta R$ 100 milhões e leva cenário de guerra à fronteira Brasil-Paraguai

Ao menos 30 homens com armas de guerra invadiram o prédio da empresa de valores Prosegur, explodiram cofres e levaram ao menos R$ 100 milhões, na madrugada desta segunda-feira, 24, em Ciudad del Este, cidade paraguaia na fronteira com o Brasil. Segundo do país vizinho, este pode ter sido o maior assalto da história do Paraguai. Armados com fuzis automáticos e metralhadoras ponto 50, os criminosos bloquearam ruas, incendiaram veículos e dispararam rajadas contra prédios públicos.
Carros foram incendiados durante o ataque do grupo criminoso em Ciudad del Este, no Paraguai. Foto: Darlon Dutra/Facebook

Acuada, a polícia pediu reforços e munições. Um policial do Grupo Especial de Operações da polícia paraguaia foi atingido e morto.
De acordo com a delegada Denise Duarte, que investiga o assalto, testemunhas disseram que a ação foi praticada por um “esquadrão do crime” e que os criminosos falavam em português.
A suspeita é de que o assalto tenha sido praticado por grupos ligados a organizações criminosas brasileiras que disputam o controle da fronteira, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Ponte da Amizade, que liga Ciudad del Este a Foz do Iguaçu, no Paraná, no Brasil, foi bloqueada pelas polícias paraguaia e brasileira.
O presidente paraguaio, Horácio Cartes, determinou o deslocamento das Forças Nacionais para a cidade. Até as 8 horas, nenhum suspeito tinha sido preso.

Estadão

O Brasil vai parar na sexta? Desde 1996 o país não tem uma greve geral

  • Trabalhadores e estudantes da USP (Universidade de São Paulo) bloqueiam o trânsito na rua Teodoro Sampaio, em São Paulo durante greve geral, no dia 14 de março de 1989
    Trabalhadores e estudantes da USP (Universidade de São Paulo) bloqueiam o trânsito na rua Teodoro Sampaio, em São Paulo durante greve geral, no dia 14 de março de 1989
Os movimentos sociais e centrais sindicais convocaram para a próxima sexta-feira (28) uma greve geral nacional contra a reforma da Previdência mudanças na legislação trabalhista propostas pelo governo Michel Temer. Segundo os sindicatos, espera-se que a greve seja geral, ou seja, una diferentes categorias profissionais em vários Estados da federação em prol de uma única causa e que elas, juntas, parem o país.
O último movimento que teve a proposta de paralisar o Brasil, ocorrido em 15 de março, apesar de ter sido nacional, não tinha a proposta de ser uma greve. "Em alguns lugares, acabou sendo. A ideia inicial era fazer assembleia na porta das fábricas, mobilizar os trabalhadores, atrasar o trabalho, mas não paralisar de fato, o que acabou acontecendo em algumas categorias", explicou João Cayres, secretário-geral da CUT (Central Única dos Trabalhadores) em São Paulo. 
Nesse dia, serviços essenciais, como os transportes de massa, chegaram a serinterrompidos em algumas cidades no início da manhã , estratégia considerada essencial para garantir a adesão de trabalhadores a uma paralisação.
Cayres afirmou que há uma grande expectativa do movimento sindical para o dia 28. "Desde 1996 o Brasil não vive uma greve geral. Os sindicatos estão mobilizando suas bases, aprovando a participação das categorias em assembleia", disse.
Segundo Paula Marcelino, professora do departamento de Sociologia da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP (Universidade de São Paulo), o que vai garantir o sucesso da greve geral é quais categorias vão aderir a ela. "Certas categorias têm uma capacidade de pressão mais expressiva, como os metalúrgicos, o setor dos transportes, petroleiros. Os professores, por exemplo, não têm praticamente nenhuma", explica. 
A maior greve geral nacional já realizada no Brasil aconteceu em 1989 , mas ainda assim não conseguiu parar completamente os setores produtivos do país.
A greve foi geral, mas não total"  
Jair Meneguelli, presidente da CUT em 1989
"Estamos falando de um país de dimensão continental, mesmo para uma única categoria conseguir com que os trabalhadores parem em todos os Estados não é algo simples", pondera Marcio Pochmann, professor do Instituto de Economia com ênfase em políticas e do trabalho da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Mesmo assim, entre os dias 14 e 15 de março de 1989, 70% da população economicamente ativa do país teria paralisado suas atividades segundolevantamento feito pelas centrais sindicais na época -- o Brasil tinha mais de 59 milhões de trabalhadores . A verdade é que não dá para saber se essa porcentagem é exata, porque houve uma verdadeira guerra de números entre os comandos de greves e as entidades patronais quanto a adesão à greve. "Tivemos algumas greves gerais depois da redemocratização, mas acredito que essa foi a mais expressiva", afirma Marcelino.
Um levantamento feito pela "Folha de S. Paulo" mostrou que, só no dia 14 daquele ano, em 12 das 26 capitais brasileiras nada funcionou . Nas demais, a paralisação foi parcial. O comando unificado da greve avaliou em US$ 1,6 bilhão o prejuízo causado pela paralisação nos dois dias  -- valores da época.

14 e 15 de março de 1989: dias que quase pararam o Brasil

Fernando Santos/Folhapress Guarda da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos) faz a segurançada garagem dos ônibus, em São Paulo durante greve geral, em 14 de março de 1989
Já imaginou conseguir fazer a feira com uma taxa de inflação galopante atingindo mais de 1.000% no final do ano? Essa era a realidade do brasileiro no ano de 1989, cuja inflação acumulada ficou em 1.782,9%, a maior taxa já registrada na história do país.
Na tentativa de controlar a inflação, o presidente da época, José Sarney (PMDB), decretou em janeiro daquele ano o último plano de estabilização do seu governo: o Verão, que entre outras medidas, congelou preços e salários e criou o cruzado novo.
Diante da perda do poder aquisitivo do trabalhador gerada pelo "choque verão", a CUT (Central Única de Trabalhadores) e pela antiga CGT (Central Geral dos Trabalhadores) convocaram a greve geral de 1989.
Duas grandes greves gerais já haviam sido realizadas depois da redemocratização, em 1986 e 1987, todas sob a bandeira da reposição salarial dos trabalhadores diante da inflação. As greves atingiram todos os Estados do país, em maior ou menor proporção, mas não chegou a paralisar nenhuma das capitais, como em 1989. 
Segundo reportagem da "Folha de S. Paulo" da época, a mobilização paralisou Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA), Vitória (ES), São Luís (MA), Belém (PA), João Pessoa (PB), Curitiba (PR), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Aracaju (SE) e Rio de Janeiro (RJ). Nas demais capitais, várias categorias paralisaram, mas a greve foi parcial.
Chico Ferreira/Folhapress Piqueteiros fecham comércio durante manifestação da greve geral, no Rio de Janeiro (RJ), em 15 de março de 1989
Pochmann conta que as greves do final da década de 1980 aconteceram no auge do chamado novo sindicalismo, com sindicatos mais engajados e combativos. "O Brasil se tornou o segundo país do mundo em número de greves, perdendo apenas para a Espanha", explicou.
Sobre a de 1989, ele explica que o maior engajamento conquistado nela se deu por causa da influência do espírito cívico que girou em torno da promulgação da Constituição de 1988 e as primeiras eleições gerais para presidente após 21 anos de ditadura militar, que aconteceriam em novembro daquele ano. 

Em São Paulo, teve boato sobre ônibus nas garagens

Vidal Cavalcante/Folhapress A então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (à época do PT), em janeiro de 1989
Na maior cidade do país, nenhum ônibus da antiga CMTC (Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo) circulou nos dois dias de greve geral, deixando de transportar mais de 2,1 milhões de paulistanos em cada dia.
Os metroviários ficaram de fora da mobilização por causa de uma ameaça de demissão do governo de Orestes Quércia (PMDB). Mas o metrô registrou queda de 40% no movimento. Bancos e comércio abriram suas portas parcialmente, mas tiveram pouco movimento.
Teve até o boato de que a então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (então no PT, hoje no PSOL), tinha algo a ver com a paralisação dos ônibus -- o que foi veementemente negado por ela.
Tirando os ônibus das ruas, até eu faço  greve"    Luiz Antônio Fleury Filho, secretário de Segurança de São Paulo na época
Em Porto Alegre, houve a paralisação total do transporte público nos dois dias e o prefeito da cidade na época, Olívio Dutra (PT), chegou até a participar de piquetes feitos pelos bancários.
O apoio de prefeitos à greve fez com que o governo Sarney classificasse a mobilização como "chapa-branca". O presidente disse na época que "a greve teve êxito, assim mesmo relativo, onde o poder público colaborou com o movimento".
No segundo dia de paralisação, o governo Sarney aceitou chamar os trabalhadores para negociar as perdas salariais.

Por que não teve mais uma greve geral tão grande como a de 1989?

Depois de 1989, outras greves gerais foram realizadas na década de 1990, com destaque para a de 1991, no governo Collor, e de 1996, no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Mas elas não conseguiram alcançar as façanhas de 1989.
Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Piqueteiros obrigam comerciantes a fechar as portas na rua Direita, durante greve geral convocada pelas centrais sindicais, em São Paulo, em 22 de maio de 1991
Ocorrida em 22 e 23 de maio de 1991, a greve geral foi convocada pela CUT e CTGs pela reposição mensal da inflação e das perdas salariais. Foi considerada exitosa apenas na Paraíba, onde, segundo a CUT, 95% das categorias profissionaisaderiram à paralisação. A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) calculou em US$ 150 milhões -- valores da época -- os prejuízos causados pelas paralisações .
Já a de 1996, que aconteceu no dia 21 de junho, foi contra a política de privatização, flexibilização de direitos trabalhistas e desemprego. Segundo as centrais sindicais, o movimento conseguiu atingir 12 milhões de trabalhadores brasileiros – 19% da população economicamente ativa .
Fernando Henrique chegou a dizer que "greve não aumenta salário".
Ela perturba os que estão querendo aumentar o salário" FHC, à época
"Depois da década de 1980, houve um período de fragmentação sindical. A alta taxa de desemprego tornou mais difícil a mobilização dos trabalhadores. Além disso, a queda da inflação proporcionada pelo Plano Real esvaziou a principal reivindicação dos trabalhadores", explica Marcio Pochmann.
Paula Marcelino pondera, no entanto, que elas conseguiram parar setores produtivos importantes. Segundo ela, o fato de que as eras Lula e Dilma não foram marcadas por greves gerais não significa que o movimento sindical brasileiro esfriou.
"Lula e Dilma, com contradições indo e voltando, acabaram beneficiando os trabalhadores com várias políticas econômicas e sociais", explicou, acrescentando que "uma conjuntura melhor para conquista dos trabalhadores, da política econômica mais geral, desincentiva uma greve geral".
Segundo ela, engana-se quem acha que as categorias estavam desmobilizadas. "Esse período teve um número de greves bastante expressivo. Foram greves ostensivas e vitoriosas. Em 2012, 95% dos acordos salariais foram fechados acima do índice de inflação", conta a pesquisadora.

Isso pode mudar por causa das reformas do governo Temer?

Avener Prado/Folhapress
Manifestantes protestam na Av. Paulista contra reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, em 15 de março de 2017
Segundo os especialistas ouvidos pelo UOL , tudo indica que sim. Marcelino afirma que o movimento sindical entrou em um período defensivo, de não mais focar na reivindicação de direito, mas de lutar para manter o que foi conquistado.
"A conjuntura está bastante favorável para uma greve geral bem forte. Esse é um governo ilegítimo, que o tempo inteiro propõe uma nova política que afeta trabalhadores de maneira direta", acredita.
Pochmann concorda e diz que, diferentemente das greves gerais das últimas décadas, os temas tratados não dizem respeito mais aos problemas econômicas que são sentidos no bolso do trabalhador. "Os temas são sobre o Brasil como um todo [a política econômica, a forma política com que o país é conduzido]. Além disso, há uma capacidade muito maior de mobilização que ultrapassa os sindicatos", disse.